quarta-feira, 27 de novembro de 2013

EFA - Sociedade Tecnologia e Ciência - NG3 - Saúde - DR1 - Cuidados Básicos

EFA - Sociedade Tecnologia e Ciência - NG4 - Gestão e Economia - DR1 - Orçamentos e Impostos

EFA - Sociedade Tecnologia e Ciência - NG4 - Gestão e Economia - DR2 - Empresas Organizações e Modelos de Gestão

EFA - Sociedade Tecnologia e Ciência - NG5 TIC - DR2 - Micro e Macro Electronica

EFA - Sociedade Tecnologia e Ciência - NG5 TIC - DR1 - Comunicacões Radio

EFA - Sociedade, Tecnologia e Ciência - NG6 - Urbanismo e Mobilidade - DR2 - Agricultura

EFA - Sociedade, Tecnologia e Ciência - NG6 - Urbanismo e Mobilidade - DR1 - Construção e Arquitectura

EFA - Sociedade, Tecnologia e Ciência - NG6 - Urbanismo e Mobilidade - DR4 - Migrações

EFA - Sociedade, Tecnologia e Ciência - Saberes Fundamentais - DR3 - Ciência e Controvérsias Públicas

EFA - Sociedade, Tecnologia e Ciência - NG7 - Saberes Fundamentais - DR1 - O Elemento

EFA - Sociedade Tecnologia e Ciência - Ambiente e Sustentabilidade - DR2 - Resíduos e Reciclagens

EFA - Sociedade Tecnologia e Ciência - NG1 - Equipamentos e Sistemas Eléctricos - DR3 - Utilizadores, Consumidores e Reclamações

terça-feira, 26 de novembro de 2013

Asteróides

- Planetas minúsculos formados por pedaços de rochas
- A maior parte estão localizados entre Marte e Júpiter na Cintura de Asteróides
- Ex: - Pallas, Juno, Vesta

EFA - Sociedade Tecnologia e Ciência - NG3 - Saúde - DR2 - Riscos e Comportamentos Saudaveis

EFA - Sociedade Tecnologia e Ciência - Ambiente e Sustentabilidade - DR1 - Consumo e Eficiência Energética

EFA - Sociedade Tecnolgia e Ciência - Equipamentos e Sistemas Técnicos - DR2 - Equipamentos Profissionais

EFA - Sociedade Tecnologia e Ciência - Ambiente e Sustentabilidade - DR3 - Recursos Naturais

EFA - Sociedade Tecnologia e Ciência - NG7 - DR3 - Ciência e Controvérsias Públicas

EFA - Sociedade Tecnologia e Ciência - NG2 - DR1 - Consumo e Eficiência Energética

EFA - Sociedade Tecnologia e Ciência - Equipamentos e Sistemas Técnicos - DR1 - Equipamentos Domésticos

EFA - Sociedade Tecnologia e Ciência - NG7 - DR1 - O Elemento

EFA - Sociedade Tecnologia e Ciência - Materiais de Trabalho

STC - NG1 - DR3 - Colectânea de Textos sobre Equipamentos e Sistemas Técnicos - Utilizadores, Consumidores e Reclamações



Texto sobre Eficiência Energética



47 Milhões de euros é quanto as famílias e empresas vão poupar na factura de electricidade com Programa ECO, de acordo com as contas da empresa eléctrica.
A eficiência energética vai passar a ser uma das grandes apostas da EDP. A empresa eléctrica prepara-se para investir sete milhões de euros através do Programa ECO. Segundo um comunicado emitido pela empresa, o conjunto de iniciativas previsto no plano de acção para este ano deverá gerar poupanças de 47 milhões de euros na factura de electricidade a pagar pelos clientes domésticos e industriais.
Em 2007, o Programa ECO evitou o desperdício de 407.706 MWh, o equivalente à electricidade consumida anualmente por 150 mil famílias, o que equivale a uma poupança de 43 de milhões de euros.
Além do benefício económico, as medidas previstas terão também impacto ambiental, isto é, o aumento da eficiência energética evitará a emissão de 182.222 mil toneladas de CO2 para a atmosfera, segundo a EDP. Trata-se de “um objectivo chave na estratégia do grupo que elegeu a sustentabilidade ambiental como base do crescimento, visível na aposta simultânea nas energias renováveis e na promoção da eficiência energética”.
A distribuição de 700 mil lâmpadas eficientes, 400 mil das quais em bairros sociais e históricos, é uma das medidas previstas. O plano contempla ainda a entrega de 100 mil multi-tomadas e a atribuição de subsídios de 40 euros na compra de arcas frigoríficas eficientes. A pensar na competitividade das empresas portuguesas, a EDP vai oferecer auditorias energéticas, distribuir lâmpadas economizadoras ao comércio e serviços e instalar variadores electrónicos de velocidade ou corrigir o Factor de Potência em empresas industriais.
A componente pedagógica do Programa ECO será assegurada com a realização de acções de formação em 1.200 escolas, havendo ainda prémios para incentivar alunos universitários a criar produtos que reduzam o consumo energético. A generalidade dos consumidores terá ainda a possibilidade de fazer o seu auto-diagnóstico energético no site eco.edp.pt ou ver quais os equipamentos mais eficientes no topten.pt. O Programa ECO é co-financiado pela Entidade Reguladora do Sector Energético – ERSE, através do Plano de Promoção de Eficiência Energética (PPEC).
Jornal Reconquista, 13-11-08

O que se entende por eficiência energética?

STC - NG1 - DR2 - Colectânea de Textos sobre Equipamentos e Sistemas Técnicos - Equipamentos Profissionais


STC - NG1 - DR1 - Colectânea de Textos sobre Equipamentos e Sistemas Técnicos


Links de Sites Interessantes sobre Equipamentos











  • A B C da Energia

















  • Conforto térmico

















  • Ecocasa

















  • Electrodomésticos

















  • Endereços úteis

















  • Energia

















  • simulador de potência
  • STC - NG1 - DR1 - Livro sobre a Vida Pública dos Artefactos Tecnológicos



    STC - NG1 - DR1 - Documento sobre Poupe Energia no Sector Doméstico



    EFA - STC - NG1 - DR1 - Documento sobre Comércio Electrónico



    segunda-feira, 25 de novembro de 2013

    STC - NG2 - DR1 - Colectânea de Textos sobre Ambiente e Sustentabilidade - Consumo e Eficiência Energética



    Exercícios sobre a Peninsula Ibérica e a Água


    Cimeira Ibérica: Conclusões acentuam "densidade e qualidade" da relação entre Espanha e Portugal

    Braga, 19 Jan (Lusa) - As conclusões da XXIII Cimeira Ibérica ressalvaram a"densidade e qualidade" da relação entre Espanha e Portugal, que decidiram ampliar e aprofundar os seus acordos de cooperação e estendê-los às áreas da segurança e defesa.
    Na cimeira de dois dias, que terminou hoje, participaram o presidente do governo espanhol, José Luís Rodriguez Zapatero, o primeiro-ministro português, José Sócrates, e vários dos seus ministros.
    O documento final da conferência, de 24 páginas, destacou a "importância estratégica" das suas relações e a "identidade dos pontos de vista" em questões bilaterais, europeias e internacionais.
    Principais conclusões da cimeira no que diz respeito à água:

    COOPERAÇÃO TRANSFRONTEIRIÇA:
    - Apoiar a relação bilateral para fortalecer o desenvolvimento económico e social nas regiões limítrofes e potenciar um mercado ibérico em crescente integração.
    - Congratularam-se pela evolução de quatro projectos emblemáticos no campo da Economia do Mar (entre a Região Norte de Portugal e a Galiza), Mobilidade, Inovação e Território (entre a Região Centro e Castela e Leão), Valorização Territorial na Albufeira do Alqueva (entre o Alentejo e a Estremadura) e o Projecto Integrado do Baixo Guadiana (entre Algarve e Andaluzia).
    ÁGUA:
    - Acção conjunta para estabelecer as bases de uma Estratégia Europeia sobre tratamento de seca, processos de escassez de água e concertação de estratégias para a inclusão destes fenómenos no Fundo de Solidariedade da UE para as catástrofes nacionais.
    - Iniciar os trabalhos para garantir a navegabilidade dos rios Minho e Guadiana.
    - Vontade de que a gestão das bacias hidrográficas seja levada a cabo com a máxima transparência e abertura à participação pública. Agendada reunião entre as partes para as primeiras semanas de Fevereiro.
    - Impulsionar as acções que permitam subscrever um Acordo Internacional para constituir o espaço natural protegido do Tejo.

    Sugestões de Exploração:
    ► Pesquisar artigos em jornais sobre a problemática do rio Guadiana e a importância da barragem do Alqueva como reserva estratégica de água, na região do país onde ela é mais escassa e, por isso mesmo, mais valiosa.

    Vídeo sobre Recursos Naturais - Ciclo da Água


    STC - NG2 - DR3 - Colectânea de Textos sobre Ambiente e Sustentabilidade - Recursos Naturais


    Download -  STC - NG2 - DR3 - Colectânea de Textos sobre  Ambiente e Sustentabilidade - Recursos Naturais

    Questionário - Avaliação Final da Formação


    Download -  Questionário - Avaliação Final da Formação

    Sociedade, Tecnologia e Ciência - Perfil de Competências

    Perfil de Competências
    Sociedade, Tecnologia e Ciência

    Pretende-se que um adulto, que obtenha certificação de nível secundário demonstre nesta Área uma capacidade de agir nos seus diferentes contextos de vida, de modo informado e crítico, incorporando na sua prática conhecimentos validados sobre sociedade, tecnologia e ciência. Assegura-se assim o reconhecimento a adultos que, não tendo completado o ensino secundário formal, evidenciam na sua acção diária competências científicas e tecnológicas significativas, sendo capazes de identificá-las e explicitá-las fora desses contextos imediatos. Neste caso, definem se os contextos privado, profissional, institucional e macro-estrutural como os quatro domínios fundamentais de referência para a acção nos quais os candidatos deverão possuir e validar as suas competências. Por outro lado, tratando-se de competências geradas em contexto, definem-se sete núcleos fundamentais nos quais estas são desenvolvidas e que os candidatos podem escolher conforme as suas experiências de vida. Nestes vários contextos e para alguns dos núcleos geradores, o adulto certificado deverá evidenciar competências de forma integrada a partir de critérios não apenas de identificação rigorosa de procedimentos, mas também de compreensão de processos e ainda de intervenção transformadora.
    Competências-Chave

    • Reconhecer, na sua vida corrente, a multiplicidade e interligação de elementos sociais, tecnológicos e científicos;

    • Agir de forma sistemática, com base em raciocínios que incluam conhecimentos científicos e tecnológicos validados;

    • Operar na vida quotidiana com tecnologias correntes, dominando os seus princípios técnicos bem como os impactos (positivos ou negativos) nas configurações sociais e ambientais;

    • Procurar informação técnico-científica, interpretando-a e aplicando-a na resolução de problemas ou na optimização de soluções;

    • Planificar as suas próprias acções, no tempo e no espaço, prevendo e analisando nexos causais entre processos e/ou fenómenos, bem como recorrendo a métodos experimentais logicamente orientados;

    • Conceber as próprias práticas como, simultaneamente, produto e produtor de fenómenos sociais específicos, passíveis de uma abordagem científica;

    • Saber explicitar alguns dos conhecimentos científicos e tecnológicos que utiliza na sua vida corrente, através de linguagens abstractas de nível básico;

    • Entender a ciência como processo singular de produção e validação de conhecimentos mais adequados ao mundo real, mas também como prática social em constante transformação, incluindo amplas áreas de incerteza.
    Quadro integrador dos Núcleos Geradores e Domínios de Referência _ 28 temas



    NÚCLEO GERADOR: Equipamentos e Sistemas Técnicos (EST)

    DR1. Contexto privado - Equipamentos Domésticos
    DR2. Contexto profissional - Equipamentos Profissionais
    DR3. Saberes, poderes e instituições - Utilizadores, Consumidores e Reclamações
    DR4. Estabilidade e mudança - Transformações e Evoluções Técnicas

    NÚCLEO GERADOR: Ambiente e Sustentabilidade (AS)

    DR1. Contexto privado - Consumo e Eficiência Energética
    DR2. Contexto profissional - Resíduos e Reciclagens
    DR3. Saberes, poderes e instituições - Recursos Naturais
    DR4. Estabilidade e mudança - Clima

    NÚCLEO GERADOR: Saúde (S)

    DR1. Contexto privado - Cuidados Básicos
    DR2. Contexto profissional - Riscos e Comportamentos Saudáveis
    DR3. Saberes, poderes e instituições - Medicinas e Medicação
    DR4. Estabilidade e mudança - Patologias e Prevenção

    NÚCLEO GERADOR: Gestão e Economia (GE)

    DR1. Contexto privado - Orçamentos e Impostos
    DR2. Contexto profissional - Empresas, Organizações e Modelos de Gestão
    DR3. Saberes, poderes e instituições - Sistemas Monetários e Financeiros
    DR4. Estabilidade e mudança - Usos e Gestão do Tempo

    NÚCLEO GERADOR: Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC)

    DR1. Contexto privado - Comunicações Rádio
    DR2. Contexto profissional - Micro e Macro Electrónica
    DR3. Saberes, poderes e instituições - Media e Informação
    DR4. Estabilidade e mudança - Redes e Tecnologias

    NÚCLEO GERADOR: Urbanismo e Mobilidade (UM)

    DR1. Contexto privado - Construção e Arquitectura
    DR2. Contexto profissional - Ruralidade e Urbanidade
    DR3. Saberes, poderes e instituições - Administração, Segurança e Território
    DR4. Estabilidade e mudança - Mobilidades Locais e Globais

    NÚCLEO GERADOR: Saberes Fundamentais (SF)

    DR1. Contexto privado - O Elemento
    DR2. Contexto profissional - Processos e Métodos Científicos
    DR3. Saberes, poderes e instituições - Ciência e Controvérsias Públicas
    DR4. Estabilidade e mudança - Leis e Modelos Científicos
    Unidades de Competência e Critérios de Evidência

    UNIDADE DE COMPETÊNCIA 1.
    Intervir em situações de relacionamento com equipamentos e sistemas técnicos tendo como base a identificação e compreensão dos seus princípios e o conhecimento das normas de boa utilização, conducentes ao reforço de eficiência e de capacidade de entendimento das relações sociais.

    NÚCLEO GERADOR: Equipamentos e Sistemas Técnicos (EST)

    COMPETÊNCIAS DR1.
    Operar com equipamentos e sistemas técnicos em contextos domésticos, identificando e compreendendo as suas normas de boa utilização e os seus diferentes utilizadores

    CRITÉRIOS DE EVIDÊNCIA
    • Actuar nos modos de utilização de equipamentos técnicos no contexto doméstico, equacionando as desigualdades entre mulheres e homens e explorando formas de as ultrapassar.
    • Actuar no modo de utilizar equipamentos técnicos na vida doméstica no sentido de melhorar a eficiência e evitar danos.
    • Actuar tendo em conta os princípios científicos em que assenta o funcionamento de equipamentos domésticos (electricidade, calor, força, etc.).

    COMPETÊNCIAS DR2.
    Operar equipamentos e sistemas técnicos em contextos profissionais, identificando e compreendendo as suas normas de boa utilização e seus impactos nas organizações

    CRITÉRIOS DE EVIDÊNCIA
    • Actuar no quadro das qualificações profissionais para lidar com equipamentos e sistemas técnicos, no sentido da reconversão das posições hierárquicas ocupadas pelos trabalhadores nas organizações.
    • Actuar no sentido de clarificar as propriedades e limitações dos equipamentos e dos procedimentos técnicos disponíveis ou que possam vir a ser disponibilizados num contexto profissional ou na interacção com profissionais especializados.
    • Actuar na interacção com profissionais especializados com base nos princípios científicos em que assenta o funcionamento de equipamentos e sistemas técnicos (mecânica, calor, etc.) tendo em conta as relações matemáticas entre as noções envolvidas.

    COMPETÊNCIAS DR3.
    Interagir com instituições, em situações diversificadas com base nos direitos e deveres de utilizadores e consumidores de equipamentos e sistemas técnicos

    CRITÉRIOS DE EVIDÊNCIA
    • Actuar enquanto utilizador informado e consumidor responsável de equipamentos e sistemas técnicos, reconhecendo a diversidade de instituições, competências e relações de poder que existem nesta área, nas sociedades contemporâneas.
    • Actuar com base em conhecimentos técnicos no relacionamento com fabricantes ,vendedores e fornecedores, em questões sobre garantias, qualidade dos produtos e dos serviços prestados, etc.
    • Actuar recorrendo a fundamentos científicos, em particular a modelos matemáticos nas tomadas de decisão sobre equipamentos e
    sistemas técnicos com vista à defesa de direitos dos consumidores.

    COMPETÊNCIAS DR4.
    Mobilizar conhecimentos e práticas para a compreensão e apropriação das transformações e evoluções técnicas e sociais

    CRITÉRIOS DE EVIDÊNCIA
    • Actuar perante as transformações e evoluções dos equipamentos e sistemas técnicos considerando as suas consequências nas estruturas e interacções sociais.
    • Actuar nas utilizações de equipamentos e sistemas técnicos tendo em conta a sua evolução tecnológica no sentido da melhoria de rendimento, da redução do número de horas por tarefa, etc.
    • Actuar face às transformações e evoluções técnicas dos equipamentos relacionando-as com a evolução histórica dos princípios científicos, com especial ênfase nas ciências físicas e químicas, suportada pela evolução da própria matemática ao nível do cálculo diferencial.


    UNIDADE DE COMPETÊNCIA 2.
    Identificar e intervir em situações de tensão entre o ambiente e a sustentabilidade, fundamentando posições relativas a segurança, preservação e exploração de recursos, melhoria da qualidade ambiental e influência no futuro do planeta.

    NÚCLEO GERADOR: Ambiente e Sustentabilidade (AS)

    COMPETÊNCIAS DR1.
    Promover a preservação e melhoria da qualidade ambiental através de práticas quotidianas que envolvam preocupações com o consumo e a eficiência energética

    CRITÉRIOS DE EVIDÊNCIA
    • Actuar face aos consumos energéticos e sua eficiência no contexto privado, identificando práticas sociais diferenciadas e correlacionando conhecimentos científicos e técnicos com modos de actuação.
    • Actuar em situações da vida quotidiana aplicando técnicas, procedimentos e equipamentos que evitem o desperdício energético (por exemplo, lâmpadas de baixo consumo, isolamento térmico das habitações, etc.) ou promovam a rentabilização local de recursos energéticos renováveis e alternativos (por exemplo, energia solar para aquecimento de águas sanitárias, etc.).
    • Actuar tendo em conta os processos físicos, químicos, biológicos que fundamentam a optimização dos recursos energéticos (por exemplo, explicitando as dependências da eficiência de um sistema nas suas variáveis ou, os princípios fundamentais que regulam a transmissão de calor e energia, etc.).

    COMPETÊNCIAS DR2.
    Incluir processos de valorização e tratamento de resíduos nas medidas de segurança e preservação ambiental

    CRITÉRIOS DE EVIDÊNCIA
    • Actuar a nível individual, tendo em conta as diferentes ocupações profissionais relacionadas com a recolha e tratamento de resíduos e as posições ocupadas na estrutura social, no sentido de incrementar trajectórias de mobilidade social ascendente.
    • Actuar sobre a produção, tratamento e valorização de resíduos numa base técnico-profissional de forma a detectar melhorias possíveis e meios de as concretizar, com vista à redução da poluição e dos consumos energéticos, e do aumento da segurança.
    • Actuar relativamente aos princípios científicos químicos, físicos e biológicos em que assenta a reciclagem e o tratamento e valorização de resíduos.


    COMPETÊNCIAS DR3.
    Diagnosticar as tensões institucionais entre o desenvolvimento e a
    sustentabilidade face à exploração e gestão de recursos naturais

    CRITÉRIOS DE EVIDÊNCIA
    • Actuar face à multiplicidade de instituições com saberes e poderes diferenciados na gestão dos recursos naturais nas sociedades contemporâneas.
    • Actuar nos debates técnicos sobre o ambiente e em particular sobre os processos de gestão de recursos naturais, energéticos, etc., distinguindo as posições em confronto, os interesses envolvidos, e discutindo as possibilidades de consensos (política da água, etc.).
    • Actuar face aos debates sobre ambiente, pondo em evidência o
    papel da fundamentação científica rigorosa, reconhecendo a sua
    validade relativa.

    COMPETÊNCIAS DR4.
    Mobilizar conhecimentos sobre a evolução do clima ao longo do tempo e a sua influência nas dinâmicas populacionais, sociais e regionais


    CRITÉRIOS DE EVIDÊNCIA
    • Actuar na interacção com as variáveis climáticas, reconhecendo que os grupos sociais, as regiões e os modos de produção podem ter modos diferenciados de relação com o ambiente.
    • Actuar em ligação com o processo de evolução das tecnologias e sua consequência na estabilidade ambiental e em particular na evolução climática.
    • Actuar tendo em conta os conhecimentos científicos relativos à
    história e evolução da Terra, e também ao papel da intervenção humana (por exemplo, relacionar a dependência climática com as grandes erupções vulcânicas, com a revolução industrial, etc.) sendo capaz de reconhecer correlações estatísticas entre os diversos factores envolvidos.


    UNIDADE DE COMPETÊNCIA 3.
    Compreender que a qualidade de vida e bem-estar implicam a capacidade de accionar fundamentada e adequadamente intervenções e mudanças biocomportamentais, identificando factores de risco e de protecção, e reconhecendo na saúde direitos e deveres em situações de intervenção individual e do colectivo.

    NÚCLEO GERADOR: Saúde (S)

    COMPETÊNCIAS DR1.
    Adoptar cuidados básicos de saúde em função de diferentes necessidades e situações de vida

    CRITÉRIOS DE EVIDÊNCIA
    • Actuar nos comportamentos sociais face aos cuidados básicos de saúde, tendo em conta a sua associação a contextos socioculturais, práticas de sociabilidade e processos culturais e económicos específicos.
    • Actuar quotidianamente de acordo com as necessidades básicas de saúde (exercício, alimentação e lazer) adoptando produtos e procedimentos que se ajustem a situações específicas e ao modo de vida.
    • Actuar com conhecimento das necessidades específicas do organismo em função da idade, tipo de actividade e estado de saúde, evitando comportamentos desajustados.

    COMPETÊNCIAS DR2.
    Promover comportamentos saudáveis e medidas de segurança e prevenção de riscos, em contexto profissional

    CRITÉRIOS DE EVIDÊNCIA
    • Actuar face aos sistemas de protecção social como elementos do Estado-Providência, identificando as suas diferentes consequências no acesso dos cidadãos aos cuidados de saúde, tendo em conta os riscos de determinadas profissões.
    • Actuar conscientemente na manipulação de equipamentos e materiais e na preservação e melhoramento das condições ambientais no local de trabalho tendo em conta a preservação e promoção da saúde.
    • Actuar na prevenção de doenças e acidentes profissionais, com base no conhecimento do modo de actuação no organismo de factores potenciadores de desequilíbrios e na forma de adequar o trabalho às características e capacidades do trabalhador.

    COMPETÊNCIAS DR3.
    Reconhecer os direitos e deveres dos cidadãos e o papel da componente científica e técnica na tomada de decisões racionais relativamente à saúde

    CRITÉRIOS DE EVIDÊNCIA
    • Actuar no campo da saúde, entendendo-o como um campo composto por instituições com competências especializadas na produção e distribuição de medicamentos, mas incluindo também áreas de liberdade, desigualdade e conflito.
    • Actuar no relacionamento com serviços e sistemas de saúde reconhecendo as possibilidades de escolha e os limites da auto-medicação, bem como intervindo no sentido de conhecer a fiabilidade de técnicas e produtos para a saúde.
    • Actuar na promoção e salvaguarda da saúde recorrendo a conhecimentos científicos para a tomada de posição em debates de interesse público sobre problemas da saúde (planeamento familiar, terapêuticas naturais, toxicodependência, etc.), suportando essas posições em análises matemáticas que permitam perspectivar medidas de forma consistente.

    COMPETÊNCIAS DR4.
    Prevenir adequadamente patologias em função da evolução das realidades sociais, científicas e tecnológicas

    CRITÉRIOS DE EVIDÊNCIA
    • Actuar na prevenção ou resolução de patologias, compreendendo que os riscos, os meios e as concepções de saúde variam entre grupos sociais e entre tempos históricos.
    • Actuar tendo em conta a evolução das regras de prevenção e a sua aplicação em situações adequadas, mostrando capacidade de improvisação de meios de protecção.
    • Actuar reconhecendo a evolução do conhecimento científico na forma de melhor enfrentar os agentes causadores de doenças, as suas variantes e o aparecimento de novas doenças, considerando a inferência como um processo importante neste domínio.


    UNIDADE DE COMPETÊNCIA 4.
    Identificar, compreender e intervir em situações de gestão e economia, desde o orçamento privado e familiar até a um nível mais geral através da influência das instituições monetárias e financeiras na economia em que se está inserido e tendo em conta princípios das ciências económicas.

    NÚCLEO GERADOR: Gestão e Economia (GE)

    COMPETÊNCIAS DR1.
    Organizar orçamentos familiares tendo em conta a influência dos impostos e os produtos e serviços financeiros disponíveis

    CRITÉRIOS DE EVIDÊNCIA
    • Actuar na elaboração de orçamentos familiares de acordo com as características e composições dos agregados, identificando rubricas de despesas e receitas e compreendendo a sua utilização no sentido da redução do endividamento das famílias e indivíduos.
    • Actuar na gestão dos bens familiares recorrendo ponderadamente a meios técnicos e a produtos financeiros diferenciados adequados à optimização do rendimento disponível.
    • Actuar em situações da gestão do orçamento familiar usando conhecimentos de contabilidade e de aplicações matemáticas.

    COMPETÊNCIAS DR2.
    Interagir com empresas, instituições e organizações mobilizando conhecimentos de gestão de recursos

    CRITÉRIOS DE EVIDÊNCIA
    • Actuar de forma inovadora em contextos profissionais distintos, identificando diferentes modelos de gestão e estruturas organizacionais e aplicando-os no sentido da eficácia produtiva e relacional das organizações e do bem-estar dos trabalhadores.
    • Actuar em situações de gestão profissional ou de contencioso com instituições exteriores, recorrendo à experiência prática de contabilidade e de direito fiscal.
    • Actuar em situações da vida profissional que envolvam a gestão de recursos técnicos e humanos, bem como novas estratégias para implementação da eficácia organizacional, considerando o papel que a programação linear e a optimização podem ter neste contexto.

    COMPETÊNCIAS DR3.
    Perspectivar a influência dos sistemas monetários e financeiros na economia e na sociedade

    CRITÉRIOS DE EVIDÊNCIA
    • Actuar no sistema económico, monetário e financeiro, reconhecendo novos problemas e oportunidades geradas pelas interacções que se estabelecem a nível global, e em particular, no contexto da União Europeia, e seus efeitos no bem-estar e progresso social.
    • Actuar ao nível das tecnologias relacionadas com o conhecimento e a segurança de diferentes meios de transacção e na comunicação com instituições económicas e financeiras.
    • Actuar com conhecimento dos indicadores macroeconómicos tendo em conta que os problemas económicos envolvem politicas monetárias, e considerando a utilização de modelos matemáticos que permitam simular e prever diversas situações.

    COMPETÊNCIAS DR4.
    Diagnosticar os impactos das evoluções sociais, tecnológicas e científicas nos usos e gestão do tempo

    CRITÉRIOS DE EVIDÊNCIA
    • Actuar nos usos e na gestão do tempo, compreendendo que os diferentes elementos do sistema económico variam consoante os sectores de actividade e estão em permanente evolução ao longo do tempo.
    • Actuar tendo em conta as tecnologias existentes na gestão do tempo (por exemplo, o transporte aéreo versus a vídeo conferência).
    • Actuar ao nível da gestão do custo do tempo compreendendo a evolução ao longo da história e tendo em conta factores diversos tais como o custo da hora de salário, encargos socais e amortização de equipamentos, considerando uma vez mais as potencialidades da matemática na simulação de situações alternativas tendo em vista a procura de soluções optimais.


    UNIDADE DE COMPETÊNCIA 5.
    Identificar, compreender e intervir em situações onde as TIC sejam importantes no apoio à gestão do quotidiano, a facilidade de transmissão e difusão de informação socialmente controlada, reconhecendo que a relevância das TIC tem consequências na globalização das relações.

    NÚCLEO GERADOR: Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC)

    COMPETÊNCIAS DR1.
    Entender a utilização das comunicações rádio em diversos contextos familiares e sociais

    CRITÉRIOS DE EVIDÊNCIA
    • Actuar no quadro das predisposições para os usos e exploração de novas funcionalidades em objectos tecnologicamente avançados que fazem recurso às comunicações rádio, relacionando-os com os perfis sociais dos indivíduos.
    • Actuar em situações da vida doméstica na resolução de problemas relacionados com as comunicações a distância (rádio, televisão, telemóvel, telefone fixo, etc.).
    • Actuar na utilização das TIC na vida privada com conhecimento dos elementos básicos científicos nas comunicações rádio: ondas electro-magnéticas, electrónica, etc.

    COMPETÊNCIAS DR2.
    Perspectivar a interacção entre a evolução tecnológica e as mudanças nos contextos e qualificações profissionais

    CRITÉRIOS DE EVIDÊNCIA
    • Actuar em novas formas de aquisição de competências face às TIC, compreendendo os seus usos nas organizações e relacionando-os com as literacias e qualificações exigidas aos profissionais na sociedade da informação.
    • Actuar na esfera da vida profissional promovendo o recurso às tecnologias de suporte às TIC (micro electrónica, ecrãs, etc.).
    • Actuar na vida profissional, com conhecimentos científicos básicos de funcionamento dos equipamentos de suporte às TIC (por exemplo, o computador, o monitor de cristais líquidos, a aritmética binária, etc.).

    COMPETÊNCIAS DR3.
    Discutir o impacto dos media na construção da opinião pública

    CRITÉRIOS DE EVIDÊNCIA
    • Actuar recorrendo aos meios de comunicação de massas, compreendendo os diversos actores e interesses envolvidos na sua produção e o poder da informação nas sociedades modernas.
    • Actuar em relação à tecnologia de suporte aos meios de comunicação e disseminação de informação (por exemplo, as estações de televisão, estações de rádio, as agências de informação, os satélites, etc.).
    • Actuar tendo em conta a evolução dos meios de informação e comunicação de massas, reconhecendo alguns novos conceitos e procedimentos científicos utilizados na produção de informação.

    COMPETÊNCIAS DR4.
    Relacionar a evolução das redes tecnológicas com as redes sociais

    CRITÉRIOS DE EVIDÊNCIA
    • Actuar na sociedade da informação, identificando novas oportunidades de participação, bem como mecanismos de desigualdade, resultantes da (des)articulação entre redes tecnológicas e redes sociais.
    • Actuar tendo em conta o desenvolvimento dos modos de transmissão de informação ao longo da História, relacionando-o com a evolução das estruturas sociais, a ocupação do território, etc. (por exemplo, a rede de televisão, a internet, etc.).
    • Actuar em relação à evolução dos conhecimentos científicos na construção das redes (por exemplo, a estrutura celular dos telemóveis, o uso da base binária na internet).


    UNIDADE DE COMPETÊNCIA 6.
    Identificar, compreender e intervir em questões de relação entre habitação, meios de subsistência, relacionamento social e mobilidade em ambiente rural ou urbano, na perspectiva da contribuição para a harmonização e melhoria da qualidade de vida.

    NÚCLEO GERADOR: Urbanismo e Mobilidade (UM)

    COMPETÊNCIAS DR1.
    Associar conceitos de construção e arquitectura à integração social e à melhoria do bem-estar individual

    CRITÉRIOS DE EVIDÊNCIA
    • Actuar no plano da construção e arquitectura dos espaços físicos, identificando diferentes tipos de alojamento familiar associados a modos de vida particulares, no sentido da melhoria do bem-estar social, da qualidade de vida e da integração sociocultural.
    • Actuar ao nível das tecnologias inovadoras de construção na optimização das condições de habitabilidade e arquitectura ajustadas (por exemplo, os materiais isolantes térmicos e acústicos, arquitecturas ecológicas, promoção de acessibilidades).
    • Actuar ao nível das propriedades dos materiais, tradicionais e modernos, em função das necessidades e qualidade da construção (por exemplo, tintas ecológicas, isolantes reciclados, etc.) e/ou ao nível das quantidades desses materiais em função das áreas ou volumes em que serão utilizados.

    COMPETÊNCIAS DR2.
    Promover a qualidade de vida através da harmonização territorial
    em modelos de desenvolvimento rural ou urbano

    CRITÉRIOS DE EVIDÊNCIA
    • Actuar ao nível das dinâmicas de desenvolvimento local e regional, em contextos urbanos e rurais, compreendendo a evolução das actividades económicas e os processos de transformação sociocultural num dado território, relacionando-as com as mudanças nas profissões e nos modos de vida das populações.
    • Actuar na exploração dos recursos naturais (zonas de agricultura, piscatórias, mineiras), ou nos locais de grande comercialização e consumo (centros urbanos), com conhecimento dos meios técnicos adequados, tradicionais ou inovadores.
    • Actuar na vida profissional com conhecimento do modo de actuação dos processos químicos, biológicos e técnicos de produção, em zonas rurais ou urbanas, de modo a salvaguardar e manter o equilíbrio no ambiente e no bem-estar das diferentes comunidades.

    COMPETÊNCIAS DR3.
    Mobilizar informação sobre o papel das diferentes instituições no âmbito da administração, segurança e território

    CRITÉRIOS DE EVIDÊNCIA
    • Actuar face a instituições reguladoras da administração e segurança do território, compreendendo os seus campos de actuação e modos de regulação.
    • Actuar na organização técnica de sistemas administrativos ligados à gestão de serviços relacionados com prevenção e segurança na mobilidade.
    • Actuar utilizando os conhecimentos científicos que suportam normas e códigos reguladores de segurança e administração do território (por exemplo no código rodoviário: controlo de velocidade, restrições em piso molhado, distância mínima entre carros, etc.) e, a um nível mais sofisticado, avaliar da justiça dessa regulamentação tendo em conta os modelos estatísticos e matemáticos que governam a matéria regulada.

    COMPETÊNCIAS DR4.
    Reconhecer diferentes formas de mobilidade territorial – local e global – e sua evolução

    CRITÉRIOS DE EVIDÊNCIA
    • Actuar em contextos interculturais, considerando os fluxos migratórios das populações e o êxodo rural como resultado de desigualdades económicas, culturais e/ou políticas, mas geradores também de processos de (re)construção identitária e de “descoberta do outro”.
    • Actuar compreendendo o papel da evolução tecnológica como condicionante das mobilidades, quer ao nível dos transportes e comunicações quer ao nível de possibilidades de valorização profissional.
    • Actuar tendo em conta as condições que levam às mobilidades no reino animal, em geral, (condições ambientais, de reprodução e outras) e nas populações humanas em particular (condições económicas, étnicas, políticas e outras) e no sentido de reconhecer os diferentes fluxos e relações entre variáveis através do tratamento estatístico de informação.


    UNIDADE DE COMPETÊNCIA 7.
    Identificar, compreender e agir criticamente em questões relacionadas com a visão científica do indivíduo, da sociedade e do universo.

    NÚCLEO GERADOR: Saberes Fundamentais (SF)

    COMPETÊNCIAS DR1.
    Mobilizar o saber formal para o reconhecimento do elemento como uma unidade estrutural e organizativa

    CRITÉRIOS DE EVIDÊNCIA
    • Actuar de modo eficaz em processos de integração social dos elementos de uma dada sociedade, compreendendo o conceito de acção social (no sentido weberiano) como atribuição de sentido às práticas e características individuais.
    • Actuar ao nível da intervenção da tecnologia na compreensão ou
    utilização das estruturas elementares (por exemplo, o papel do protão na imagiologia por NMR, utilizações correntes de análises de DNA, etc.).
    • Actuar no sentido de compreender a base científica de diferentes estruturas elementares (por exemplo, o núcleo atómico, o átomo, a molécula, o DNA, a célula, a unidade como príncipio formador dos números, os processos geradores de sequências, etc.).

    COMPETÊNCIAS DR2.
    Recorrer a processos e métodos científicos para actuação em diferentes domínios da vida social

    CRITÉRIOS DE EVIDÊNCIA
    • Actuar em diferentes contextos profissionais com base em atitudes racionalistas e científicas, identificando e relacionando diferentes processos, métodos e técnicas de produção de conhecimento sobre a realidade em ciências sociais.
    • Actuar no contexto da vida profissional procurando encontrar soluções técnicas que melhorem processos e procedimentos (experimentar e melhorar a eficiência).
    • Actuar de forma a valorizar o papel das várias componentes na prática científica, em particular, experimentação e teoria, valorizando em simultâneo o papel da representação matemática como suporte para a explicação e previsão dos factos.

    COMPETÊNCIAS DR3.
    Intervir racional e criticamente em questões públicas com base em conhecimentos científicos e tecnológicos

    CRITÉRIOS DE EVIDÊNCIA
    • Actuar nas sociedades contemporâneas num quadro de pluralidade de instituições, reconhecendo que as argumentações científicas e técnicas interagem com interesses particulares e poderes específicos e diferenciados.
    • Actuar de modo fundamentado e consistente nos debates públicos sobre questões de carácter tecnológico.
    • Actuar tendo em conta o papel da ciência, reconhecendo as suas potencialidades e limitações, nos debates públicos e face aos diferentes jogos de poder, criando evidência para essa actuação baseada em modelos matemáticos.

    COMPETÊNCIAS DR4.
    Mobilizar o saber formal na interpretação de leis e modelos científicos num contexto de coexistência de estabilidade e mudança

    CRITÉRIOS DE EVIDÊNCIA
    • Actuar perante fenómenos sociais complexos, concebendo-os como resultado de evoluções históricas e adoptando configurações diversas consoante as sociedades e/ou os grupos sociais.
    • Actuar de forma a compreender que as soluções técnicas têm validade limitada e que têm tendência a mudar, tal como muda a ciência e a própria sociedade.
    • Actuar tendo em conta que se vive num mundo onde coexistem leis
    científicas de invariância (que valorizam a estabilidade) e leis científicas de evolução (que apontam para a mudança), reconhecendo, em particular e no caso da matemática, esta dualidade nos invariantes geométricos e nos aspectos dinâmicos associados à noção de derivada.

    Vídeos sobre Ambiente e Sustentabilidade - Resíduos e Reciclagens


    STC - NG2 - DR2 - Colectânea de Textos sobre Ambiente e Sustentabilidade - Resíduos e Reciclagens


    Download -  STC - NG2 - DR2 - Colectânea de Textos sobre Ambiente e Sustentabilidade - Resíduos e Reciclagens

    STC - NG3 - DR2 - Colectânea de Textos sobre Riscos e Comportamentos Saudáveis


    STC - NG3 - DR1 - Referencial de Formação de Equipamentos - Principios de Funcionamento



    Powerpoint sobre a implementação do Plano Nacional de Saúde



    Powerpoint sobre a evolução da alimentação ao longo dos tempos



    Links de sites interessantes sobre Saúde








  • Associação Abraço








  • Blog D.S.T.








  • Coordenação Nacinal SIDA








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  • Instituto da droga e da toxicodependência








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  • sexta-feira, 22 de novembro de 2013

    RVCC - Materiais de Apoio

    EFA - RVCC - Materiais de Apoio

    EFA - RVCC - Materiais de Apoio

    EFA - Materiais RVCC - Operacionalização

    EFA - RVCC Secundário - Competências

    EFA - RVCC - Nível Secundário

    EFA - RVCC Secundário

    RVCC - Operacionalização - Hipótese de Trabalho 1



    Download -  RVCC - Operacionalização - Hipótese de Trabalho 1

    EFA - Operacionalização do RVCC Secundário


    Download -  Operacionalização do RVCC Secundário

    RVCC - Operacionalização - Hipótese de Trabalho 3


    Download -  RVCC - Operacionalização - Hipótese de Trabalho 3

    RVCC - Nível Secundário


    Download -  RVCC - Nível Secundário

    RVCC - Processo, Metodologias e Práticas



    Download -  RVCC Secundário - Processo, Metodologias e Práticas

    RVCC Secundário - Competências por Áreas


    Download -  RVCC Secundário - Competências por Áreas

    RVCC - Área de Competência de STC


    Download -  RVCC - Área de Competência de STC

    RVCC - Operacionalização - Hipótese de Trabalho 2


    DownloadRVCC - Operacionalização - Hipótese de Trabalho 2

    quarta-feira, 13 de novembro de 2013

    Exercícios sobre Equipamentos Domésticos

    Todos nós utilizamos diferentes sistemas técnicos sem necessidade de um professor para nos explicar como funciona.





    No contexto doméstico, utilizamos equipamentos que nos facilitam a realização de tarefas domésticas (aspirador, máquinas de lavar roupa e loiça,...), equipamentos para conservar e confeccionar alimentos (frigorífico, arca de congelar, microondas, fogão,...), outros para lazer e entretenimento (TV, rádio, máquina fotográfica, aparelhagem...). Até poderemos observar o automóvel como uma "extensão" das nossas pernas que utilizamos para nos deslocarmos não apenas para o trabalho, mas também nas actividades de lazer.

    E o computador serve para quê? No contexto doméstico já substitui os velhos álbuns de fotografias, a web tem imensos sites para explorar e ebooks mais para ler mais atractivos que os de papel. Se precisar de encontrar uma loja onde reparar os aparelhos ou precisar do manual de instruções sabe que os encontra na Internet.





    E o ambiente? Até que ponto é que o efeito de estufa, a degradação dos solos, a contaminação das águas ou a desertificação estão directamente ligados com a utilização dos electrodomésticos?


    Preocupa-nos a escolha de electrodomésticos que durem e que gastem pouca energia e água? 
    Ou só pensamos no preço dos electrodomésticos?







    • http://www.futurenergia.org/ww/pt/pub/futurenergia/activity/save_energy.htm
    • Poupe Energia 

    • Recursos


      1. 
      Observe que a utilização dos electrodomésticos depende das suas funções técnicas, mas a selecção destes é largamente determinada por motivos culturais.

      2. 
      Note ainda que:
      A) a evolução técnica dos equipamentos acaba por facilitar determinadas mudanças culturais, podendo designadamente observar-se uma utilização mais igualitária entre os géneros;
      B) a necessidade de adequação dos aparelhos ao público feminino traduz-se na simplificação dos aparelhos (y.g. 
      o forno microondas p. 4) 

      3. Tomando como referência um determinado electrodoméstico, 
      construa uma lista de dicas simplesque indiquem como se realizam as operações mais frequentes.

      4. Considerando as características técnicas dos equipamentos, o seu preço, os custos ambientais, etc.
      escolher um determinado electrodoméstico entre outros da mesma gama disponíveis no mercado.Justificar a resposta.

      5. 
      Reflicta sobre a importância que os custos ambientais têm (deveriam ter) na escolha dos equipamentos domésticos, bem como no nosso comportamento quotidiano durante a sua utilização.

      6. O tipo de electrodomésticos que pode encontrar na Internet ainda é relativamente limitado. Além disso as transacções online obrigam a ter em consideração 
      outros factores de perigo. Comente.

      7. 
      Dicas de Segurança da EDP: "Ao utilizar uma extensão, ligue-a primeiro ao aparelho e só depois à tomada. Para desligar, proceda inversamente".
      Refira algumas regras de segurança menos conhecidas.
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